“A saúde precisa de coragem. Eu já provei que tenho.”
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1º turno: 4 de outubroCom redes que alcançam mais de 3 milhões de visualizações por mês de forma orgânica, Dra. Merabe dá voz às dores da população e dos profissionais de saúde — com conhecimento técnico e propriedade de fala. E as denúncias viram consequência.
Exames eletivos acima do preço de mercado, por carretas, com uma instituição sob intervenção a 300 km de Rio Preto. Merabe foi pessoalmente investigar. Veja a cobertura da imprensa →
✔ Convênio cancelado · secretário afastado · CPI aberta · caso no Ministério PúblicoContratação milionária justificada por uma editora que “era a única com a história do Kaio e da Bela contra a dengue”.
✔ Denúncia levada à população e às autoridadesManutenções elétricas fatiadas em diversas dispensas de licitação de até R$ 50 mil — sempre pagas à mesma empresa.
✔ Denúncia levada à população e às autoridadesAlgodão, seringa, álcool 70, cateter, luvas, lençóis: denúncias embasadas que forçaram respostas rápidas do poder público.
✔ Resultados imediatos para quem precisa
“Não basta entender o problema. É preciso enfrentar!”
Há quem espere condições ideais. Há quem construa respostas no caos. A população de Rio Preto passou a enxergar na Dra. Merabe o rosto de quem enfrenta as falhas do sistema para proteger quem é oprimido por ele — unindo pacientes e profissionais, vítimas do mesmo sistema mal administrado.
As denúncias acima são de conhecimento público e estão documentadas — veja a cobertura da imprensa na seção de links.
Nascida em Santa Vitória (MG) e criada no interior de Goiás, Merabe estudou em escola pública e, ainda no ensino médio, já liderava movimentos estudantis. A Medicina era o sonho — vocação herdada da avó, que foi parteira — e ela pagou o caminho até lá vendendo água, chocolates e materiais nas portas de concursos de Goiânia.
Sem cursinho, foi aprovada em Medicina com bolsa do ProUni e, no último semestre da faculdade, passou no concurso público para médica plantonista de São José do Rio Preto. De lá para cá, dedicou a carreira ao SUS, à gestão de urgência e emergência e à defesa dos profissionais de saúde.
Assume como médica plantonista de São José do Rio Preto ainda no último semestre da faculdade. No início da carreira, atuou em 33 municípios do estado de São Paulo.
Convidada pelo perfil de liderança, dirige a UPA Santo Antônio e, na sequência, a UPA Norte e a UPA Jaguaré.
Coordena UTIs-COVID e é a porta-voz da Secretaria de Saúde durante a pandemia. Recebe moção de aplausos da Câmara Municipal e prêmio da Associação Paulista de Medicina.
Assume a coordenação na Secretaria Municipal de Saúde de Rio Preto. Atua também como preceptora da Residência Médica e do Internato da UNILAGO.
Eleita em 2023 para o Sindicato dos Médicos de Rio Preto e Região, entrega em 3 meses o que estava parado há anos: reajuste salarial após 7 anos sem correção e o retorno dos seguranças às unidades.
Leva a luta da classe para Brasília: piso salarial dos médicos e criminalização dos atrasos e da retenção abusiva dos plantões pelas terceirizadas.
“As leis de defesa dos profissionais de saúde só serão prioridade quando esses profissionais estiverem no Congresso para escrevê-las.”
Ninguém deveria escolher entre atender e voltar em segurança para casa. Estrutura, insumos e proteção em todas as unidades, em todos os turnos.
Tabela congelada não é falta de dinheiro: é sucateamento por decisão. Atualizar a tabela SUS e garantir o piso é defender o atendimento de cada paciente.
Equipe reduzida não é economia: é risco transferido para o paciente. Dimensionamento correto é qualidade e segurança no atendimento.
Chega de terceirizadas atrasando e retendo o pagamento de plantões. Quem segura o salário de quem salva vidas precisa responder por isso.
O SUS não precisa de elogio. Precisa de financiamento, gestão e fiscalização.
Somos a maioria da população. Chegar não basta: é preciso abrir a porta atrás de você.
Família atípica não precisa de comoção. Precisa de política pública: diagnóstico e terapias para pessoas com TEA e TDAH.
Eu sou daqui. Recurso do mandato volta para a região que ela cuida há 10 anos.
Dra. Merabe é Presidente Estadual do Mulher Avante SP, o movimento de mulheres do Avante, que mobiliza lideranças femininas em todo o estado — no enfrentamento à violência contra a mulher, na saúde da mulher e na formação de novas candidatas.
Para ela, é inaceitável que decisões que impactam a vida das mulheres sejam tomadas por mesas compostas predominantemente por homens.
“Não faz sentido importarmos deputados de fora, que depois não direcionam recursos suficientes para nossas cidades e não conhecem nossas necessidades. Eu me formei aqui e dediquei os últimos 10 anos da minha vida a cuidar da Saúde daqui. Por isso sei bem o que nossa região precisa. E é isso que vou fazer!”
Ouvindo a população, prefeitos, secretários e gestores do Noroeste Paulista, Dra. Merabe constrói propostas sólidas para as necessidades de cada município — e assume o compromisso de investir os recursos do mandato na região.
Entre plantões, sindicato e Brasília, Merabe é mãe de vários “filhos de 4 patas” — entre eles o Bento, o bode que rouba a cena nas redes sociais. Apaixonada por cavalos e pelo mundo agro, ela ainda compete no Ranch Sorting pela ABQM. Porque ninguém cuida bem dos outros sem manter os pés no chão — de preferência, no chão do interior.
Campanha financiada por pessoas, não por quem tem contrato com a saúde. Cada contribuição vira material, estrada e voz.
Somente pessoas físicas podem doar, com identificação por nome e CPF e emissão de recibo eleitoral pela plataforma Quero Apoiar, cadastrada na Justiça Eleitoral. O total doado por pessoa é limitado a 10% dos rendimentos brutos que ela auferiu em 2025 (Lei nº 9.504/97, art. 23, §1º, I). É vedada doação de pessoa jurídica e das demais fontes do art. 24. Todas as doações são públicas e informadas à Justiça Eleitoral.
O algoritmo não elege ninguém sozinho — mas cada compartilhamento leva o 7007 a alguém que ainda não conhece a Merabe.
Instagram TikTok FacebookUma mensagem sua para quem você conhece vale mais que qualquer propaganda.
Compartilhar no WhatsAppCompartilhe individualmente, com quem você conhece. É vedado o disparo em massa de mensagens (Lei nº 9.504/97, art. 57-B).